Saída de campo

Sérgio Krithinas
Sérgio Krithinas Diretor Adjunto

Diferenças à vista

Um jogo de campeonato é uma gota de água na temporada e há diversos exemplos recentes de cambalhotas no futebol português que exigem ponderação em análises tão prévias. Mas as primeiras imagens deixadas por Benfica e FC Porto, os dois maiores candidatos à conquista do título, não podiam ser mais distantes. Os resultados acabam por espelhar o que se passou na Luz e em Barcelos, mas o que realmente distingue as equipas nesta altura é toda a dinâmica de processos que apresentam.

Apesar das oportunidades que desperdiçou em casa do Gil Vicente, o FC Porto poucas vezes conseguiu ligar o seu jogo, procurando o resultado pela lei da força e da insistência. Os dragões jogam com poucos futebolistas criativos e insistem em bolas longas à procura da velocidade e capacidade de choque dos homens da frente. Pouco depois, o Benfica não precisou de uma exibição de gala para passar por cima do Paços de Ferreira. Além de contar com vários jogadores de grande qualidade técnica na zona de criação, Bruno Lage criou rotinas fortíssimas, como se vê, por exemplo, na reação à perda e na velocidade das transições.

Hoje, será a vez do Sporting entrar em campo. Para os leões, a habitualmente difícil deslocação à Madeira pode ser uma oportunidade para começar a esquecer a goleada da Supertaça. Mas o risco está à espreita.
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