Dinheiro para gasolina
Se a contratação de Rúben Amorim levantou (mais) ondas de críticas violentíssimas contra Frederico Varandas – pelo valor pago, pelo timing e por ser uma fuga para a frente –, o melhor que poderia ter acontecido ao presidente do Sporting foi o discurso firme, descontraído e desempoeirado do novo treinador. Amorim deu a resposta certa a todas as questões e levantou mais uma: "E se correr bem?". É mesmo disso que se trata: se correr mal, como muitos antecipam, dificilmente a gestão de Varandas conseguirá sobreviver a mais um treinador, desta vez em formato ‘all in’. Mas, se correr bem, os 10 milhões de euros (mais juros e IVA, como o Sp. Braga fez questão de anunciar de forma quase sádica) rapidamente deixarão de ser tema de conversa.
