Empurrar a pressão
A vitória sobre a Hungria dá a Portugal uma boa margem para enfrentar as tormentas do grupo F, mas não é garantia de nada. Há cinco anos, três pontos bastaram para seguir para os ‘oitavos’ e voltamos a ter a vantagem de estarmos no último grupo para saber que contas fazer antes do derradeiro jogo, mas os duelos frente aos dois últimos campeões do mundo prometem ser muito espinhosos. Sobretudo, diria eu, o desta tarde, diante de uma Alemanha encostada às cordas depois da derrota com a França. Portugal volta a jogar em casa do adversário, correndo o risco de ficar com toda a pressão do seu lado em caso de derrota. Ganhar à Hungria foi bom, claro, mas ainda não resolveu nada.
