História e verdade
A história vai ser boa para Rúben Amorim porque é ele que está a escrevê-la. Ao fim de dois anos a trabalhar na Liga, o técnico que revolucionou o Sporting tem um registo que o faz sentar-se na mesa dos grandes do futebol português. Ao fim de 70 jornadas disputadas, apenas Jimmy Hagan apresenta um melhor aproveitamento de pontos. É verdade que Amorim entrou por uma porta relativamente grande (Sp. Braga) e depressa passou para outra maior, o Sporting. Mas a história recente, quer num clube quer noutro, mostra que três derrotas (todas em casa dos rivais) em 70 partidas é um um valor absurdo. Para o clube de Alvalade, para Frederico Varandas, para Hugo Viana, para os adeptos: é um sossego.
