Importam-se de repetir?
A UEFA, pela voz do presidente Aleksander Ceferin, já avisou que o modelo de ‘final 8’ da Liga dos Campeões não é para repetir e que apenas é uma resposta aos tempos loucos que vivemos. Mas deveria repensar. Porque o que temos assistido em Lisboa é um torneio muito mais aberto e espetacular, permitindo a intromissão de equipas menos poderosas em fases adiantadas, como se vê com Leipzig e Lyon. É verdade que se disputam menos seis jogos, algo que tem um custo global de centenas de milhões de euros em direitos de TV, mas um formato destes, relativamente fácil e barato de organizar, poderá tornar-se tão valioso que até pode compensar. E imagine-se o impacto que esta ‘final 8’ teria para a economia do País se pudesse ter havido público nos estádios, com centenas de milhares de adeptos a viajarem para assistir aos jogos.
