Imprescindíveis como nunca

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Há demasiado em jogo nesta temporada para que os candidatos ao título arrisquem o mínimo enfraquecimento dos plantéis em janeiro. É sabido que a Champions do próximo ano, mais coberta de ouro, não chegará para todos, pelo que quem optar pelos milhões das transferências no imediato arrisca-se a arrepender-se no futuro. O Benfica, na época passada, ficou com o dinheiro de Enzo Fernández e com o título nacional em maio; mas se a taça tivesse escapado das mãos de Roger Schmidt, não faltariam vozes a acusar Rui Costa de preferir o dinheiro aos troféus. Se calhar, mais do que nunca, há mesmo jogadores imprescindíveis nos grandes.

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