Janeiro aqueceu
O futebol tem esta capacidade única de pôr os adeptos numa permanente montanha-russa. Ontem, à primeira derrota da temporada, era possível ler vários benfiquistas em redes sociais a antecipar o cataclismo, muito provavelmente os mesmos que há pouco mais de um mês apontavam à conquista da Liga dos Campeões. Como sempre, a verdade estará algures no meio dessas realidades. Para Roger Schmidt e toda a estrutura do Benfica, há agora um desafio novo: trabalhar em cima de uma derrota, ainda para mais numa altura em que a forte ventania vinda da janela de mercado causa também mossa na equipa – a novela Enzo, com o sai-não-sai, o joga-não-joga, é outra dificuldade com que é preciso lidar. O Benfica continua com cinco pontos pontos de avanço sobre o segundo, mas à entrada de um mês de janeiro particularmente duro, ficou com menos margem para falhar.
