Martínez caça-fantasma

Por-tu-gal. Três sílabas que nos enchem a voz e nos aquecem o coração. A conquista da Liga das Nações, em território inimigo e a uma mesa onde se sentam os gigantes da Europa, foi a maior demonstração de força da história da Seleção Nacional. Não vale tanto na vitrine como o Euro'2016, mas foi um título obtido com coragem, a enfrentar olhos nos olhos os maiores adversários, e não de forma especulativa, à espera de um erro do outro lado. Portugal ganhou ontem e podia ter perdido, como perdeu diante da França no último Europeu e podia ter ganho, mas há algo inegociável: uma equipa grande tem de jogar à grande. E foi isso que Portugal fez, quer ontem quer há um ano.

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