Nem festa nem depressão
A eliminação das quatro equipas portuguesas da Liga Europa, logo nos 16 avos-de-final, é uma péssima notícia e deve ser, como é óbvio, motivo de reflexão. Mas qualquer discussão que parta do alarmismo total, que tenha como grande argumento que isto é uma prova inequívoca da redução da competitividade do futebol português, é bem capaz de ser infrutífera. Porque o País que ontem saiu da Europa pela porta pequena é o mesmo que há menos de um ano tinha dois representantes nos quartos-de-final das duas provas continentais. Não era motivo para grande festa na altura, como não é motivo para uma profunda depressão agora.
