Nova era no Dragão
Um mês depois de ser eleito, André Villas-Boas é finalmente presidente de facto do FC Porto. A partir de agora, inicia a hercúlea missão de comandar um clube de bolsos vazios, sem Champions e com poucos futebolistas que garantam grandes encaixes financeiros extraordinários, ao mesmo tempo que terá de lidar com a exigência de adeptos que se habituaram a ganhar nas últimas quatro décadas. Tudo isto ao mesmo tempo que precisa de uma profunda refundação do clube, a começar por uma nova estratégia desportiva sob o comando de outro treinador. Dizem que o dinheiro não traz felicidade, mas a verdade é que não faz mal nenhum a ninguém. E Villas-Boas vai ter de encontrar soluções imaginativas para não ir perdendo aos poucos o apoio massivo que recebeu nas urnas.
