O corte de Schmidt
O registo de 12 vitórias em 12 jogos que o Benfica apresenta neste arranque de temporada começa a tornar-se num caso sério. Mas é preciso ver além dos números e, mais do que triunfos atrás de triunfos, Roger Schmidt representa uma quebra com o passado mais recente das águias. Ontem, em Turim, o que mais impressionou foi a facilidade com que os encarnados assumiram o comando do jogo, em especial na segunda parte, não se escondendo, nem recuando à espera que o relógio acelerasse. É um Benfica dominador, ou pelo menos com intenções a tal, que entra em todo os jogos, seja em casa com o Arouca ou em Turim com a Juventus. É também isso que os adeptos das equipas grandes exigem.
