Saída de Campo

Sérgio Krithinas
Sérgio Krithinas Diretor Adjunto

O futuro da Champions

Os campeonatos domésticos europeus, em especial os maiores, são os mais ameaçados pela globalização da Champions, cada vez mais a grande fonte de receitas para os principais clubes. A Associação das Ligas Europeias tem sido das maiores opositoras aos planos mais ou menos secretos para reformar a principal prova de clubes da UEFA, insistindo sempre numa melhor distribuição de receitas e na redução do peso dos coeficientes históricos, de forma a aumentar o equilíbrio interno. Esta é uma parte da história. A outra é que as próprias ligas – em especial as maiores – foram as grandes responsáveis pelo atual sistema de acesso à Champions e que garante quatro vagas automáticas a ingleses, espanhóis, alemães e italianos. O que faz com que, por exemplo, este ano, haja uma Atalanta na fase de grupos e não haja um FC Porto, equipa com um registo fabuloso na prova e com a ‘má sorte’ de nascer portuguesa, logo obrigada a duas pré-eliminatórias.

A Champions como principal campeonato europeu, um pouco à imagem da NBA no basquetebol norte-americano, é uma inevitabilidade, porque as fronteiras culturais estão cada vez mais ténues. E para os adeptos do futuro (e é preciso perceber que grande parte, se não já a maioria deles, vive fora da Europa), as rivalidades serão transnacionais.

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