O que fica de Luís Mendes

Seis dias após a publicação aqui em Record, a entrevista explosiva a Luís Mendes parece parte de um passado distante. Sinais de um tempo em que a informação se consome a uma velocidade tal que nem sequer lhe permite ser digerida. O ‘timing’ da saída do ex-vice e administrador é muito questionável, assim como o ‘timing’ para quebrar o silêncio, assim como os termos em que se referiu ao "amigo" Rui Costa e a outras pessoas que até há pouco tempo foram seus colegas dentro do clube. Mas reduzir a entrevista a isso e não olhar a fundo para outras questões levantadas por Luís Mendes é não fazer um favor ao próprio Benfica. Por exemplo: é verdade que o Conselho Fiscal recusou tocar no Saco Azul do andebol? É verdade que Fernando Tavares mostra "falta de rigor e transparência na gestão" das modalidades? É verdadeira a situação de risco nas contas da SAD, com um passivo de curto prazo superior em 110 milhões de euros ao ativo?

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