Os riscos da revolução
Nove meses depois do anúncio da superequipa com que esperava arrasar, o Benfica está no mercado para contratar um diretor-geral para o futebol, uma função que foi acumulada por Rui Costa desde a saída de Tiago Pinto. Não será um recomeçar de novo dos encarnados, mas, qualquer que seja o nome, a expectativa é que essa seja a estrada que leve a equipa ao sucesso. Como se um diretor-geral, por competente que seja, tenha uma varinha mágica que transforme tudo em sucesso ao primeiro toque.
