Pressão para Lage e não só

A opção mais natural foi a opção tomada por Rui Costa: Bruno Lage foi o escolhido para suceder a Roger Schmidt ao comando do Benfica. O treinador campeão em 2018/19 e despedido a poucas jornadas do final da época 2019/20 terá uma missão espinhosa pela frente, com uma margem de erro muito reduzida. A seu favor, como a favor de praticamente qualquer treinador que pegasse na equipa nesta altura, há uma coisa: não é Schmidt. E isso bastará para começar com aplausos em uníssono das bancadas antes do primeiro jogo, com o Santa Clara. A partir daí, Lage – como qualquer outro treinador – merecerá os aplausos que os resultados ditarem. Vencer Santa Clara e Estrela Vermelha no arranque permitirá ao novo técnico do Benfica ganhar balanço; não vencer estes jogos será, muito provavelmente, o início de um caminho muito curto.

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