Resposta firme precisa-se
A história das tentativas de influência ou pressões sobre as nomeações do Conselho de Arbitragem (CA) é tão antiga quanto as nomeações do Conselho de Arbitragem. Não há clube que não se queixe, não há clube que não se tente posicionar, não há clube que não esteja convencido que uma parte importante dos seus objetivos depende dos árbitros que lhe tocam em cada jogo. É um jogo que todos se habituaram a aceitar e a jogar, pelo que o ar de espanto pela notícia revelada ontem por Record fica mal a muita gente. E, muitas vezes, esse trabalho nem é feito pelos clubes: há intermediários, outras personagens meio pardas e, pasme-se, até pressões internas por causa de uma ou outra nomeação.
