Risco e coragem
Ao fim de mais de uma década a apostar em treinadores portugueses – uma prática, aliás, que também tem sido comum nos rivais FC Porto e Sporting – o Benfica dá um passo arriscado com a contratação de Roger Schmidt. Pese uma carreira que está longe de ser recheada de títulos, o treinador alemão tem um perfil interessante e as suas ideias podem causar impacto no futebol português, sobretudo se lhe for dado um plantel que lhe permita colocar em campo o futebol de ataque e pressionante de que tanto gosta. Mas os perigos estão ao virar da esquina e começam logo pela herança que Schmidt vai receber.
