Riscos necessários
A análise às notas públicas do Conselho de Arbitragem (CA) às atuações dos juízes e dos VAR apresentada por Record não deve ser lida de forma simplista, até porque nem sempre um "insatisfatório" significa que alguma equipa foi beneficiada ou prejudicada. É inevitável que sejam feitas contas de somar e subtrair, desta vez com a validação oficial. E acaba por ser difícil para os adeptos entenderem que entre os cinco primeiros da classificação final haja dois que acumularam três "insatisfatório". A atual estrutura da arbitragem, onde se inclui o presidente do CA Luciano Gonçalves e o diretor-técnico nacional Duarte Gomes, tem feito um esforço para abrir as portas de um setor que se habituou a viver na penumbra. Esta abertura tem os seus riscos e consequências, mas é preciso saber viver com isso. O caminho só pode ser este.
