Vitória de Veríssimo

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O Benfica aplicou no dérbi de Alvalade a mesma receita que lhe tinha valido a vitória em Amesterdão, diante do Ajax. Só que, desta vez, a solidez de um bloco baixo quase impenetrável foi acompanhada por boas transições ofensivas – e o número de remates enquadrados e oportunidades criadas acabaram por ser idênticos para as duas equipas. Nélson Veríssimo venceu claramente o duelo estratégico com Rúben Amorim, contando depois com a inspiração que faltou do outro lado – Darwin foi um monstro à solta, mas houve também muito Weigl, sempre a dar linhas de passe que permitiu à equipa não ser sufocada. O Sporting atacou muito, mas poucas vezes bem. E nem as temíveis bolas paradas estiveram perto de surtir efeito, deixando as águias confortáveis até a aliviar para canto.

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