Orgulho portista
Por estes dias recebi uma boa notícia, daquelas que me enchem de orgulho: vou receber a roseta de prata pelos 25 anos de sócio do FCPorto (na realidade, sou sócio há 30 anos). Estarei entre muitosoutros associados, desses que ajudam ao crescimento, ao vigor, à raça e à força deste clube, que se tornou grande no mundo, se quiserem, que se tornou numa marca de valor reconhecido. Receber esta distinção é excelente, poder ter participado diretamente, contribuído com o meu trabalho para momentos de glória, é ainda mais reconfortante. Uma distinção destas obriga-me, naturalmente, a olhar para o passado, para os primeiros dias no FC Porto, depois de ter deixado o meu pequeno mas também grande clube onde me iniciei, a Associação Académica de Leça.
Tenho de olhar para o passado com orgulho, acho que ninguém me pode levar a mal por isso. Aprendi cedo a cultura do FC Porto, cresci a respirar este clube, com lágrimas às vezes, mas com muito mais alegrias; cresci no clube e com o clube, habituado a ver a felicidade dos adeptos. Os tempos de hoje não são de grandes vitórias, mas a força do FC Porto leva-me a acreditar que é possível recuperar uma cultura muito própria, que vem dos seus sócios, gente de trabalho, com um espirito de superação e sacrifício assinaláveis. Falamos de paixão e amor.
Outra equipa da minha vida, a Seleção Nacional, teve uma grande vitória sobre Andorra. Uma goleada que deve servir de embalo para uma boa caminhada rumo à Rússia 2018. Fernando Santos sabe o caminho!
