Pura ilusão?

Adicione como fonte preferencial no Google

É muito difícil digerir o afastamento do FC Porto da Taça de Portugal, uma prova que não ganha desde 2011 e na qual tem uma história rica. Foi, também por isso, uma profunda desilusão cair tão prematuramente aos pés de um adversário difícil a jogar em casa, como é o Chaves, e enfrentando, de novo, uma arbitragem que não teve qualidade e foi prejudicial ao FC Porto.

Quero acreditar que não foi uma ilusão o que vi no clássico, uma equipa dominadora, a encostar o rival, que saiu vivo do jogo e ainda hoje não saberá como. O futebol tem estes sortilégios, mas o futebol é mais do que a sorte ou azar. Há obrigações. Independentemente de ter sido prejudicado, o FC Porto tinha ou tem obrigação de fazer mais se quiser seguir um rumo de triunfos.

A Taça de Portugal era um objetivo, agora é um objetivo falhado. A forma de reparar este inesperado dano é dar uma resposta muito firme na Champions. Não há outro caminho. Vencer em Copenhaga garante a continuidade na prova. Acho que deve ser este o pensamento de todos os que vão defender as cores do FC Porto na capital da Dinamarca: joga-se não apenas um jogo, mas muito do futuro da equipa. Perder significa penhorar mais um objetivo. Isso seria demasiado mau, num ano em que as expectativas de um novo FC Porto, com um outro rumo, são imensas. Torço por um sucesso em Copenhaga e, já agora, por bons resultados das restantes equipas envolvidas nas competições europeias.

Deixe o seu comentário
Assinatura Digital Record Premium

Para si, toda a
informação exclusiva
sempre acessível

A primeira página do Record e o acesso ao ePaper do jornal.

Aceder

Pub

Publicidade