Obsessão pela violência

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Os apoiantes de Pinto da Costa sempre se mostraram crentes que, apesar da entrada em cena de André Villas-Boas, a reeleição do líder histórico não estava em causa. Por isso, a agitação no período que antecedeu a assembleia geral da vergonha era atribuída a uma intoxicação encomendada nas redes sociais. Afinal, a Operação Pretoriano demonstra-nos que essa convicção não era tão firme. A preparação da reunião magna incluiu planos para "partir os cornos" a quem mostrasse discordância, como se, ao longo das eras, a vontade do povo não se impusesse à cultura de violência. A presunção de inocência deve ser respeitada, mas os objetos atirados a jornalistas no Coliseu confirmam que o FC Porto tem um problema grave que nunca quis resolver.

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