A imortalidade de Jorge Jesus

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Os vencedores da Liga dos Campeões, e naturais representantes da UEFA, venceram 11 das últimas 12 edições do Mundial de Clubes realizado no modelo que ainda vigora. A exceção foi o Corinthians de Tite, frente ao Chelsea de Rafael Benítez, em 2012, num cenário em que dezenas de milhares de elementos da torcida do ‘Timão’ fizeram justiça à alcunha de ‘Bando de Loucos’, empurrando a equipa para o triunfo no Japão. Tendo, face ao histórico, apenas 1/12 de possibilidades de surpreender o Liverpool numa eventual final, é uma verdadeira porta para a imortalidade que se abre perante Jorge Jesus. O seu impacto no futebol brasileiro e sul-americano é inquestionável, mas aquilo que o Flamengo mostrar no Qatar é que decidirá se o seu sucesso será encarado pelos tubarões europeus como um epifenómeno sem réplica possível deste lado do Atlântico, ou se afinal alguém com assento na elite da Champions certificará que JJ tem braçada de sobra para nadar fora de pé.

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