Lucílio Baptista, Hugo Miguel, Elmano Santos, João Ferreira, João Capela, Rui Rodrigues, José Ramalho, Luís Ferreira, Fernando Ferreira, Domingos Gomes e Carlos Matos. São estes os integrantes do Quadro de Mentores criado pelo Conselho de Arbitragem e que está em ação desde a 1.ª jornada. O objetivo desta iniciativa de caráter até agora oficioso e fora das parangonas parece-me benigno, mas a partir do relevo público que adquiriu o descontentamento dos clubes com estas reuniões no pós-jogo talvez seja oportuno, a breve trecho, um esforço de explicação pública. Desde logo, sobre os benefícios, de mandar os observadores para casa, os tais que deixaram de "comer croquetes nos estádios", passando a avaliar os árbitros pela televisão para serem rendidos pelos mentores. O que nos cabe descodificar é que a mentoria realizada junto do árbitro minutos após o jogo terminar, à saída do duche, está dissociada da nota que é atribuída pelo observador. Em tese, o mentor é um elemento de cariz técnico, que não avalia, sendo apenas esse o motivo pelo qual o Conselho de Arbitragem nunca divulgou os integrantes desse núcleo, fazendo um balanço positivo desse tipo de intervenção Junto dos árbitros.