Sério aviso para a Taça

O pior que poderia acontecer ao Desporto em Portugal era as modalidades de alta competição ficarem conspurcadas pelo mau cheiro que exala da fossa a céu aberto em que demasiadas vezes o futebol se transforma. Não é admissível que um clássico de andebol se torne em mais um episódio de uma guerra civil com contornos cada vez mais perigosos. O Sporting queixa-se de um odor intenso no balneário número 4 do Dragão Arena que, foi confirmado pelo jornalista do Record credenciado para o evento. Aliás, numa visita-guiada que apenas o nosso jornal e o Bola na Rede realizaram. O FC Porto assegura que o diretor-geral das modalidades, Mário Santos, disponibilizou o balneário número 3 aos leões, que alegando falta de condições optaram por nem tomar banho, abandonando de imediato o pavilhão. No meio disto tudo, tem de ser igualmente esclarecido o papel de Rosa Pontes e Carlos Oliveira, os delegados da Federação de Andebol de Portugal que decidiram haver condições para o jogo se iniciar sem que Ricardo Costa estivesse no banco. Alguém imagina delegados a "obrigarem" Sporting ou FC Porto, no futebol, sem Rui Borges ou Francesco Farioli no banco devido a odores tóxicos? Não é assim que se defende a verdade desportiva.

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