Barril cheio de pólvora

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O fenómeno da violência no futebol português não está adormecido. Continua a manifestar-se apesar de alguns estados de negação que a realidade obriga a que sejam revistos. As campanhas pelo regresso das famílias aos estádios e o acesso facilitado de bilhetes através de parceria com grandes superfícies comerciais são iniciativas meritórias, faziam falta, mas infelizmente a repressão de comportamentos desviantes não pode ser aliviada. O lançamento de petardos que coloca em risco a vida de crianças é um crime intolerável que, mais do que os clubes que acabam em alguns casos por também serem vítimas dos energúmenos, deve penalizar seriamente os seus autores individuais. A restrição de acesso a recintos desportivos deve ser aplicada sem rodeios nem hesitações, cada vez mais, independentemente de outras sanções criminais que sejam ajustadas a atos que no passado só levaram ao receio de muitos adeptos em voltarem às bancadas.

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