Dependência de Ronaldo

Seria muito estranho que Portugal não estivesse dependente da maior figura de sempre da Seleção, pelo que Roberto Martínez escusa de tentar tapar o sol com a peneira. Cristiano Ronaldo selou o triunfo de Portugal, frente à Escócia, com o golo 901 da carreira. O capitão ficou no banco, foi poupado, mas comprovou-se que é no campo que continua a render juros. A questão da dependência é outra. Também seria natural que o futebol português tivesse mais opções credíveis para o eixo ofensivo, mas se quando CR7 fica na trincheira é Diogo Jota que acaba lançado contra as torres escocesas, então está tudo explicado. Até ao Mundial, e na corrida aos 1.000 golos, podemos contar com Cristiano. Mas convém que outros avançados, como Gonçalo Ramos quando estiver apto, façam uma boa gestão de carreira a pensar no que também podem dar à Seleção, sobretudo se não estagnarem.

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