Dizer não às guerras

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Os ataques, as explosões, as mortes, o sofrimento de uma nação. Quando Yaremchuk ou Malinovskyi se manifestam em defesa do povo ucraniano, do seu povo, renegando a invasão pela Rússia, estão a corporizar aquilo que quase todos nós sentimos, a dar voz à revolta que nos corrói o interior, sendo inconcebível que passe pela cabeça da UEFA castigar esse grito de socorro.

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