Faça favor de cortar a direito
Não passámos a ser os principais candidatos a vencer o Europeu depois do 3-0 à Hungria nem estamos condenados a ser eliminados porque perdemos 4-2 com uma Alemanha que jogava em casa. Portugal pode e deve manter-se em prova, até porque já conseguiu, perante a França, gestas com probabilidades muito mais desequilibradas do que as que vamos encontrar na próxima quarta-feira. Mau seria, de resto, que os magiares fossem capazes de bater o pé aos gauleses e os lusitanos entrassem derrotados em campo. Falharam demasiadas coisas ao mesmo tempo perante uma Mannschaft que estudou muito bem o conjunto das quinas e expôs debilidades defensivas nos flancos, das quais a baliza a zero nos três testes de preparação e a doer deste ciclo (Espanha, Israel e Hungria) não nos fez desconfiar.
