Gratidão a Santos
Está encerrado o ciclo glorioso da Seleção Nacional. No momento da saída de Fernando Santos o que deve perdurar na memória coletiva é o triunfo inesquecível no Europeu de 2016 que calou as bocas dos profetas da desgraça. Seguiu-se o sucesso na edição de estreia da Liga das Nações e, como seria inevitável num magistério tão longo, várias frustrações e um desgaste que se foi acentuando. Mesmo assim, ninguém imaginaria que a eliminação nos ‘quartos’ do Mundial inviabilizaria a continuidade no cargo até 2024. Por isso é impossível dissociar o divórcio com a FPF da rutura com Cristiano Ronaldo. E se alguma dúvida restasse, o silêncio do capitão e família, nas redes sociais, foi esclarecedor. Resta a Fernando Gomes convencer José Mourinho a deixar a Roma para não ter de ficar amarrado a segundas escolhas.
