Inspiração com Musa
O Benfica suportou a fase mais pressionante do FC Porto, a tibieza das opções iniciais de Schmidt e a chuva de cartões amarelos para, finalmente, erguer o troféu. Com Musa, lançado ao intervalo depois de um onze de arranque sem referência ofensiva e sem Neres, as peças passaram a encaixar. A inspiração que andava em parte incerta manifestou-se e as águias conquistaram uma Supertaça com enorme peso simbólico face a tantas dúvidas que se agravaram com a saída de Gonçalo Ramos. Os encarnados confirmaram, face a um rival de pesadelo, que a conquista do título não ocorreu por acaso e que não devem subsistir questões sobre quem parte na frente para o bicampeonato. De permeio, o Benfica eleva a sua contabilidade às 85 conquistas em provas internas, destacando-se dos portistas pelo menos até ao final do ano civil. Um sucesso em toda a linha para o emblema da Luz.
