Jesus à mão de semear

A dois meses do termo do contrato, o Al Hilal optou por despedir Jorge Jesus. O técnico faz 71 anos em julho e sai da Arábia Saudita com a conta recheada pelo salário anual de 12 milhões de euros limpos. Nesta fase da carreira, mas sobretudo da vida, está rico e após as frustrações asiáticas pode focar-se em concretizar sonhos. A principal barreira que separava JJ da seleção brasileira está derrubada. É um candidato livre para assumir o escrete nas datas FIFA de junho e sem a bagagem polémica de Abel Ferreira ou Carlo Ancelotti. Um destino que lhe pagará bem e o afasta do regresso à liga portuguesa, onde ainda lhe falta tornar-se o treinador com mais jogos de sempre.

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