Jogo devia ter acabado
Era desta forma simples que os incidentes do Chaves-Estoril deviam ter sido tratados. A partir do momento em que se verifica uma invasão de campo, e ocorrem agressões, o jogo devia ter acabado ali. Expulsar dois futebolistas do Estoril, e retomar a partida como se nada fosse, redundou numa penalização grave para os canarinhos, que viram escapar a vitória já com um guarda-redes improvisado na baliza. Em caso de triunfo, teriam alargado para o dobro (4 pontos) a vantagem sobre o Portimonense na 16.ª posição, subindo ao 9.º lugar. Mesmo acreditando que os atos violentos não foram encomendados pelo Chaves, em nenhuma circunstância pode passar a ideia de que, em caso de aperto, uma invasão de campo pode abrir caminho à soma de pontos indevidos, deturpando a verdade desportiva. Falta menos de um mês para acabar a Liga e aí está mais um imbróglio jurídico para durar até às calendas...
