Não repetir perdas como a de Luis Díaz

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1 Há largos meses que é conhecida a vontade do FC Porto em encontrar investidores interessados em entrar no capital da SAD. Acelerar a saída da crise é sempre a principal razão apontada para sustentar esse desejo, mas procurar uma bazuca paliativa para tapar os buracos que ainda existem nas contas não pode ser o objetivo. Os dragões conseguiram sobreviver a quase cinco anos de pressão asfixiante resultante do controlo apertado do fair play financeiro da UEFA e tiveram em Sérgio Conceição o colete salva-vidas que os manteve à tona mesmo quando, confirmando que uma desgraça nunca vem só, a retoma que vinha sendo encetada foi abalada pela severa quebra de receitas resultante da pandemia. É sempre de duvidar se este será mesmo o derradeiro mandato de Pinto da Costa mas, a somar aos inúmeros êxitos do passado e os que procura consumar no presente, o legado que poderá deixar no futuro próximo passa pelo acerto na escolha do parceiro estratégico ideal para o FC Porto.

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