Navegadoras da esperança
Escreveu ontem Bernardo Ribeiro, neste espaço, que se as Navegadoras tivessem ganho aos Estados Unidos à hora que o leitor passasse os olhos por aquelas linhas, não teriam sido heroínas, mas supermulheres. Com todo o respeito, estou certo que se repetisse hoje a dose, o Diretor do Record estaria de acordo que, mesmo com a eliminação, a nossa seleção mostrou a raça de super-heroínas que estiveram a um poste de chocar o Mundo. Iremos sempre ficar a pensar no que poderia ter acontecido se Telma Encarnação (81'), Joana Marchão e Ana Capeta (89') tivessem entrado mais cedo, mas a lição fica aprendida para os futuros eventos: quem bate o pé às finalistas do último Mundial tem o direito de acreditar.
