O povo gosta é de Herreras
Nos bons velhos tempos do futebol português, rara era a semana em que não havia algum jogador colocado a treinar à parte pelo seu clube, logo pela fresquinha matinal. Quem não acedia a renovar e tentava forçar a saída já podia antecipar a via-sacra. Esse poder discricionário diluiu-se e os futebolistas ganharam uma margem inaudita para impor a sua vontade. No mercado selvagem identificado, e bem, por Frederico Varandas, na sua reunião com Gianni Infantino, na FIFA, todos os argumentos são válidos para colocar milhões em circulação mesmo quando o proprietário do ativo não está em conformidade com a bondade da proposta de transação.
