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Vítor Pinto
Subdiretor
Premium 02 maio 2021 - 01:13

Só Fontelas tentou parar a rebaldaria

A 17 de fevereiro os árbitros foram alertados para não permitiram que os comícios a partir dos bancos manchassem a imagem da 1.ª Liga. O silêncio oficial deixou-os sem cobertura

Comentários

1. Na reunião que o Conselho de Arbitragem manteve com todo o sector que lidera, a 17 de fevereiro, as revelações de Record sobre o conteúdo do encontro causaram impacto sobretudo porque foi clarificado que lances como aquele em que Luis Díaz lesionou acidentalmente David Carmo, no Sp. Braga-FC Porto da Taça de Portugal, não devem ser sancionados com expulsão. Todavia, além dessa intervenção casuística, o órgão encabeçado por Fontelas Gomes veiculou outra determinação estrutural: os árbitros foram incentivados a não permitirem comícios a partir dos bancos, evitando através dos meios que entendessem adequados que técnicos, dirigentes, jogadores suplentes e staff dos clubes passassem o tempo levantados, em protestos permanentes no sentido de procurar pressionar os árbitros. Essa constante agitação, foi entendido pelo CA da FPF, estava a manchar a imagem da 1.ª Liga, pelo que os árbitros colocaram sobre os seus ombros o fardo de tentaram travar a rebaldaria que se vinha instalando.

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