Um abanão à Seleção

Adicione como fonte preferencial no Google

"Todos os treinadores que treinam a seleção saem de lá completamente desprestigiados." A sentença foi traçada por Jorge Jesus em 2014, dois anos antes de Portugal se sagrar Campeão Europeu. Em 2026, o técnico que está prestes a completar 72 anos mudou de ideias e emerge como o grande favorito a encabeçar o primeiro projeto com assinatura própria de Pedro Proença para a Seleção Nacional. Roberto Martínez esgotou o percurso, e com o passar dos meses José Mourinho apontou a outro rumo. Ainda persiste Sérgio Conceição nas cogitações mas agora à distância de uma reviravolta negocial. JJ não abraça o primeiro projeto de seleções para exibir taças de cartão ou ensaiar desculpas para os insucessos, mas sim para conferir identidade e exigência a um grupo de jogadores de elite mas que, como coletivo, estão muito longe do somatório das partes. E que, bem aconchegados na zona de conforto, tornam-se avessos ao risco e mesmo quando são derrotado nunca sentem que há motivo para revolta ou um pedido de desculpas aos portugueses por uma Seleção que joga tão pouco.

1
Deixe o seu comentário
Assinatura Digital Record Premium

Para si, toda a
informação exclusiva
sempre acessível

A primeira página do Record e o acesso ao ePaper do jornal.

Aceder

Pub

Publicidade