Opinião

Carlos Rodrigues Diretor-Geral Editorial da Medialivre

A final, faça chuva ou faça sol

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Veremos quantos chapéus de chuva haverá no relvado do Met Life, em Nova Jérsia, no final do próximo dia 19 de julho, se a entrega da taça voltar a acontecer debaixo de um dilúvio. Foi isso que ocorreu a 15 de julho de 2018, já Vladimir Putin tinha invadido a Crimeia e ainda não sabia que o seu exército não seria capaz de tomar Kiev, nem em 2 dias, nem em 4 anos. Talvez embalado por esses sonhos imperiais, quando uma chuvada inesquecível se abateu sobre o estádio Luzhniki, o autocrata de Moscovo não perdeu a oportunidade de humilhar o Presidente francês, Emanuel Macron. Deixou-o encharcar-se em direto para todo o mundo, enquanto ele, Putin, era protegido por uma sombrinha abobadada, feita claramente para gozar.

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