Opinião

Cândido Barbosa Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo

A Volta não tem que parar

A Volta não tem que parar. Vai havendo um infetado hoje, ou outro amanhã, mas o importante é estarem atentos e seguirem o plano sanitário implementado. As pessoas que obrigam-no a ser cumprido devem estar atentas e fazerem o máximo de análises possíveis. As equipas e ciclistas só estão a ir embora porque está a ser feito um controlo muito apertado. A maior parte dos ciclistas que testaram positivo são assintomáticos. Se não fosse feito este controlo apertado, não teríamos gente a ir para casa. Estamos a atravessar uma pandemia e não vai ser fácil conseguirmos que a Volta a Portugal, com todas as equipas, comunicação social e staff, seja igual. Ando a acompanhar a Volta e fui testado como todos os elementos da Federação e da organização. Todos estão a fazer testes de dois em dois dias, mas não dá para impedir que haja contactos com terceiros.

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