As fragilidades leoninas
O Sporting tem frente à Fiorentina a primeira grande final da época. Por mais que se venha a defender que os orçamentos estão projetados independentemente dos resultados na Champions, o clube leonino não pode prescindir desses milhões e da projeção que a competição representa.
A pré-época não foi boa, o arranque na Liga também não. É incompressível que Carlos Pereira, adjunto de Paulo Bento, tenha dito que pontuar com o Nacional é sempre bom. De facto, até houve uma altura que surgiram sinais que o Sporting podia chegar à vitória mas não faz sentido afirmar que só não o conseguiu por azar. Falta garra a esta equipa. E esse é um grande obstáculo. Nota-se em campo e nos discursos, em tudo semelhantes aos da época passada.
Os jogos a sério ainda agora começaram mas, como é óbvio, os resultados menos positivos não devem ser minimizados, devem antes servir de base para um recomeço mais forte. O encontro com a Fiorentina será um bom teste para avaliar o estofo do grupo, para perceber se o empate no Funchal foi mesmo uma questão de "azar". É por essa resposta que anseiam os adeptos do Sporting, mesmo os mais resistentes.
