Opinião

Paulo Costa Diretor executivo da Liga Portugal

Autorregulação requer responsabilidade

As sociedades desportivas que integram a Liga Portugal vão hoje, um pouco mais cedo que o habitual, debater e aprovar alterações aos três regulamentos – Competições, Arbitragem e Disciplina – que sustentam o que a muitos custou conquistar: a capacidade de autorregulação e autonomia da indústria do futebol profissional. Se esta independência parametrizada é hoje o valor maior dos emblemas que constituem a Liga Portugal, também maior é a responsabilidade em, anualmente, demonstrar à sociedade e a todo o ecossistema do futebol nacional que há adultos na sala.

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