Domingo, 27 de Novembro de 2005
Os espectadores dos estádios ingleses prestaram ontem a derradeira homenagem a George Best, longamente ovacionado antes dos jogos.
Engrossaram, afinal, a imensa galeria de tributos que a comunicação social de todo o Mundo vinha fazendo nos últimos dias.
Parece estranho que um homem cuja vida fora dos campos constituiu um mau exemplo para a juventude tenha assim o Planeta a seus pés na hora em que o abandona?
Lá parecer, parece. Mas o Best de quem nos despedimos não foi o bêbado incurável. O sentido adeus dos adeptos da bola foi todo para o génio, para o artista sublime que não podemos esquecer.
