Faltam candidatos em Alvalade

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O congresso do Sporting nada de novo trouxe, contrariando o que podia ser o espírito de uma espécie de Estados Gerais - ideias para o futuro a partir de plataformas diferentes, de discussão construtiva, de várias vozes, tendo em vista um novo caminho.

Os atuais órgãos sociais viram aprovadas todas as recomendações consideradas fraturantes por Soares Franco, ganhando com isso o presidente legitimidade, mas não se vislumbra um modelo construtivo e não aparece quem queira "dar a cara" pelo novo Sporting.

Rogério Alves e Paulo Abreu dizem não ser o momento certo para avançarem com uma candidatura à presidência leonina. Pede-se para Soares Franco reconsiderar a decisão de deixar o clube, não vislumbra um nome forte que encare o desafio. A época aproxima-se do fim e - ao contrário do que Rogério Alves defendeu - o frenesim por não aparecer ninguém faz todo o sentido.

Pode até acontecer que não surja qualquer candidato, existindo então a possibilidade do Conselho Directivo se manter em funções por mais algum tempo, como Comissão, mas é isso que o Sporting deve evitar a todo o custo.  A falta de alternativas é, de facto, muito grave. A continuidade de Soares Franco já não faz sentido depois de tantas vezes ter dito que não volta atrás mas com este cenário ainda acabará por ser o único caminho encontrado.

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