Foi só uma vitória
Não fiquei alarmado com o surpreendente empate a zero com Cabo Verde e também não passei a considerar Portugal o principal favorito à conquista do título só por causa do triunfo (3-1) perante os Camarões. Como diz o povo: "nem tanto ao mar, nem tanto à terra" Continuo a pensar que a resma de jogos particulares que as 32 formações participantes no Campeonato do Mundo de futebol andam por aí a realizar vale pouco. Muito pouco. Com a prova quase a arrancar, é por demais evidente que a maioria das equipas não quer correr riscos desnecessários. Assim sendo, aproveitar os testes para, passe a redundância, testar algumas situações é o único propósito lógico destes jogos. Os resultados interessam pouco, para não dizer praticamente nada. Ainda assim, e porque faço parte daqueles que consideram que, mesmo "a feijões", é sempre melhor ganhar que empatar, tenho de admitir que fiquei algo mais animado com o desempenho da equipa orientada por Carlos Queiroz. É que a Selecção Nacional não se limitou apenas a ter uma eficácia ofensiva superior ao embate anterior e, consequentemente, a vencer o desafio. Portugal jogou muito melhor, com a particularidade de que o adversário era consideravelmente superior a Cabo Verde, embora também longe do fulgor de outros tempos. A equipa lusa beneficiou do súbito ataque "de qualquer coisa" de Eto'o que, ainda antes do intervalo, resolveu ser expulso. Mas, pelo que se tinha visto, era indiferente jogar contra 10 ou 11. Só por milagre os Camarões não iriam sair derrotados da Covilhã. Mesmo sem forçar - e sendo notória (e preocupante) a falta de ritmo/confiança de alguns elementos -, Portugal nunca deixou de vincar uma clara superioridade (a todos os níveis) perante um dos mais sólidos representantes do futebol africano. Vai ser parecido com a Costa do Marfim? Tenho dúvidas! No entanto, se os pupilos de Eriksson serão, seguramente, mais aguerridos e perigosos no ataque, creio que Portugal terá condições para ser ainda mais forte, razão pela qual acredito, sem hesitar, que após o primeiro jogo... somaremos 3 pontos na pauta classificativa. PS - Uma palavra para o "reaparecimento" de Raul Meireles (sempre gostei de o ver aproximar-se da área contrária) e para a nova demonstração de classe de Nani. O jogador do Manchester United continua bastante forte, fisicamente disponível e cheio de confiança. Palpita-me que será uma das grandes figuras de Portugal na África do Sul.
Continuo a pensar que a resma de jogos particulares que as 32 formações participantes no Campeonato do Mundo de futebol andam por aí a realizar vale pouco. Muito pouco. Com a prova quase a arrancar, é por demais evidente que a maioria das equipas não quer correr riscos desnecessários. Assim sendo, aproveitar os testes para, passe a redundância, testar algumas situações é o único propósito lógico destes jogos. Os resultados interessam pouco, para não dizer praticamente nada.
Ainda assim, e porque faço parte daqueles que consideram que, mesmo "a feijões", é sempre melhor ganhar que empatar, tenho de admitir que fiquei algo mais animado com o desempenho da equipa orientada por Carlos Queiroz. É que a Selecção Nacional não se limitou apenas a ter uma eficácia ofensiva superior ao embate anterior e, consequentemente, a vencer o desafio. Portugal jogou muito melhor, com a particularidade de que o adversário era consideravelmente superior a Cabo Verde, embora também longe do fulgor de outros tempos.
A equipa lusa beneficiou do súbito ataque "de qualquer coisa" de Eto'o que, ainda antes do intervalo, resolveu ser expulso. Mas, pelo que se tinha visto, era indiferente jogar contra 10 ou 11. Só por milagre os Camarões não iriam sair derrotados da Covilhã. Mesmo sem forçar - e sendo notória (e preocupante) a falta de ritmo/confiança de alguns elementos -, Portugal nunca deixou de vincar uma clara superioridade (a todos os níveis) perante um dos mais sólidos representantes do futebol africano. Vai ser parecido com a Costa do Marfim? Tenho dúvidas! No entanto, se os pupilos de Eriksson serão, seguramente, mais aguerridos e perigosos no ataque, creio que Portugal terá condições para ser ainda mais forte, razão pela qual acredito, sem hesitar, que após o primeiro jogo... somaremos 3 pontos na pauta classificativa.
PS - Uma palavra para o "reaparecimento" de Raul Meireles (sempre gostei de o ver aproximar-se da área contrária) e para a nova demonstração de classe de Nani. O jogador do Manchester United continua bastante forte, fisicamente disponível e cheio de confiança. Palpita-me que será uma das grandes figuras de Portugal na África do Sul.
Continuo a pensar que a resma de jogos particulares que as 32 formações participantes no Campeonato do Mundo de futebol andam por aí a realizar vale pouco. Muito pouco. Com a prova quase a arrancar, é por demais evidente que a maioria das equipas não quer correr riscos desnecessários. Assim sendo, aproveitar os testes para, passe a redundância, testar algumas situações é o único propósito lógico destes jogos. Os resultados interessam pouco, para não dizer praticamente nada.
Ainda assim, e porque faço parte daqueles que consideram que, mesmo "a feijões", é sempre melhor ganhar que empatar, tenho de admitir que fiquei algo mais animado com o desempenho da equipa orientada por Carlos Queiroz. É que a Selecção Nacional não se limitou apenas a ter uma eficácia ofensiva superior ao embate anterior e, consequentemente, a vencer o desafio. Portugal jogou muito melhor, com a particularidade de que o adversário era consideravelmente superior a Cabo Verde, embora também longe do fulgor de outros tempos.
A equipa lusa beneficiou do súbito ataque "de qualquer coisa" de Eto'o que, ainda antes do intervalo, resolveu ser expulso. Mas, pelo que se tinha visto, era indiferente jogar contra 10 ou 11. Só por milagre os Camarões não iriam sair derrotados da Covilhã. Mesmo sem forçar - e sendo notória (e preocupante) a falta de ritmo/confiança de alguns elementos -, Portugal nunca deixou de vincar uma clara superioridade (a todos os níveis) perante um dos mais sólidos representantes do futebol africano. Vai ser parecido com a Costa do Marfim? Tenho dúvidas! No entanto, se os pupilos de Eriksson serão, seguramente, mais aguerridos e perigosos no ataque, creio que Portugal terá condições para ser ainda mais forte, razão pela qual acredito, sem hesitar, que após o primeiro jogo... somaremos 3 pontos na pauta classificativa.
