Não é possível sorrir, Couceiro

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O mau desempenho dos Sub-21 portugueses no Europeu da Holanda não só trouxe a Selecção Nacional para casa mais cedo que o exigido como se tornou "um peso" acrescido para José Couceiro.

Durante o Euro holandês, José Couceiro manifestou irritação pelas críticas que foram sendo feitas à equipa e ao seu trabalho, exigindo respeito pelo profissinalismo dos que representavam Portugal na Holanda.

O mínimo que exigia à Selecção Nacional era as meias-finais, que valiam Pequim, objectivo também falhado. O discurso que fez na chegada a Lisboa, foi a imagem verificada no Euro: uma apatia que não se adequa ao que Portugal merece depois do prestigío amealhado nas últimas décadas.

O martírio afinal foi da Holanda até ao Canadá e ao Mundial Sub-20. Como é que se explica uma derrota com a Gâmbia, equipa de baixo nível, e duas derrotas com 3 jogos?

Couceiro lamenta erros defensivos e as lesões de jogadores, mas aquela equipa carece de organização e ambição. O que se viu foi mau de mais. Está hora de Couceiro deixar de se "atirar" aos que avaliam o seu trabalho e pensar no sentido a dar um papel que, a cada dia que passa, parece não se adequar ao que o "realizador" pretende.

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