Atualmente o árbitro não entra em campo apenas para arbitrar. Entra para se expor. A cada decisão, arrisca-se, não apenas ao erro, mas também à reação violenta, ao insulto fácil, à pressão constante e a uma gritante falta de proteção. O que devia ser a autoridade no campo, na quadra ou no areal, tornou-se sinónimo de vulnerabilidade. A violência sobre os árbitros não é normal nem aceitável. Não vamos, nem podemos, fingir que é.
