O Gigante das Beiras

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A primeira interação – e uma das primeiras memórias que tenho do “meu” Académico – remonta a 1988/89. Tinha eu 9 anos, num jogo entre o Académico e o Benfica. Lembro-me de uma enchente histórica no Fontelo que, talvez pelo número de espectadores, certamente muito acima da lotação do estádio, acabou por separar-me do meu pai. Fui então “entregue” por 90 e poucos minutos a um academista que tomou conta de mim, apoiado no topo do muro de acesso ao interior do estádio!

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