O interrogatório do Portugal-Congo: Houston, tivemos mais do que um problema

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Nos primeiros 5 minutos, Portugal fez o que era preciso ser feito. Ocupou os corredores para gerar interações, fez a bola circular com precisão e rapidez para mover o rival e encheu a área ao chegar à linha de fundo. João Neves infiltrou-se e cabeceou o cruzamento certeiro de Pedro Neto. A receita estava escrita. Bastava insistir nela.

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