Opinião

Paulo Costa Diretor executivo da Liga Portugal

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É já esta sexta-feira que recomeçam as competições profissionais da Liga Portugal, após uma longa pausa para compromissos das seleções nacionais. Enaltece-se que na próxima época o novo modelo da Taça da Liga vai responder às queixas desta grande paragem.

A gestão da Arbitragem também esteve entre os temas das conversas dos últimos dias. Convenhamos: o debate sobre a possibilidade de a mesma se fazer sob a égide de uma entidade externa iniciou-se há mais de três anos, na gestão Fernando Gomes, com proposta apresentada pelo anterior Conselho de Arbitragem, mas, não tendo tração, foi colocada na gaveta. Presentemente, por constar do programa eleitoral da Federação e por a conjuntura se ter alterado, estuda-se o tema em grupo de trabalho dedicado e, em tempo útil, encontrar-se-á consenso suficiente para avançar para um modelo nas competições profissionais, que não se fará sem o contributo das Sociedades Desportivas.

Entretanto, a Liga Portugal entendeu distinguir os que mais contribuem para cenários de maior competitividade e qualidade de jogo, com a atribuição de prémios às equipas e árbitros com papel ativo na melhor média de tempo útil de cada mês. No âmbito do programa META 2028, anunciámos esta terça-feira os primeiros vencedores nas duas competições profissionais:  em agosto, destacaram-se Fábio Veríssimo e José Rodrigues (árbitros C1 e C2, respetivamente) e as equipas Famalicão e FC Porto B, enquanto em setembro acabaram premiados João Pinheiro, Vítor Lopes, Estoril e U. Leiria.

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